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3 séries de romantasy menos conhecidas que merecem tanto amor quanto Fourth Wing e ACOTAR

3 séries de romantasy menos conhecidas que merecem tanto amor quanto Fourth Wing e ACOTAR
3 séries de romantasy menos conhecidas que merecem tanto amor quanto Fourth Wing e ACOTAR
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Romantasy virou um dos gêneros mais populares do momento, impulsionado por sucessos como Fourth Wing e A Court of Thorns and Roses. Com eles, histórias que misturam fantasia e romance ganharam ainda mais espaço entre leitores — e também entre quem antes não acompanhava esse tipo de narrativa. Mas, apesar do destaque dessas duas franquias, há outras séries capazes de entregar o mesmo tipo de imersão: mundos ricos, personagens complexos e romances que evoluem junto com a trama, muitas vezes com um toque de sensualidade.

Se você já devorou os livros mais comentados (ou simplesmente quer variar a leitura), vale conhecer três séries de romantasy que, embora sejam bem avaliadas por fãs, ainda recebem menos holofotes do que merecem. A seguir, você encontra um panorama do que esperar de cada uma delas — e por que elas podem virar sua próxima obsessão.

03. Cidade da Lua Crescente (Crescent City, de Sarah J. Maas)

Cidade da Lua Crescente (Crescent City, de Sarah J. Maas)
Cidade da Lua Crescente (Crescent City, de Sarah J. Maas)

É até compreensível que Cidade da Lua Crescente fique um pouco na sombra de Corte de Espinhos e Rosas (A Court of Thorns and Roses), já que a popularidade de ACOTAR é enorme. Ainda assim, a série de Sarah J. Maas tem um público fiel e uma proposta que vai além do “romance com fantasia”: ela aposta em conspirações, guerras entre forças poderosas e um elenco que transita por diferentes tipos de seres mágicos.

Até agora, a saga conta com três livros: House of Earth and Blood, House of Sky and Breath e House of Flame and Shadow. No centro da história está Bryce Quinlan, meio fae e meio humana, vivendo em Lunathion. Ela está determinada a descobrir a verdade por trás do assassinato de pessoas próximas — e, ao longo do caminho, se vê envolvida em um conflito muito maior do que imaginava.

Bryce não enfrenta tudo sozinha. A trama ganha força quando ela se une a Hunt Athalar, um anjo caído. Juntos, os dois vão desvendando uma conspiração que envolve seres extremamente poderosos, com elementos que incluem fae, anjos, criaturas mágicas e até shifters. O resultado é uma história ampla, cheia de tensão e com ritmo de aventura, mas que também reserva espaço para o romance crescer em meio ao caos.

Para quem gosta de romantasy com escala épica e sensação de “mundo vivo”, Crescent City costuma ser uma escolha certeira — especialmente para leitores que querem algo grandioso, mas ainda emocionalmente envolvente.

02. Kushiel’s Legacy (A Herança de Kushiel), de Jacqueline Carey

Kushiel’s Legacy (A Herança de Kushiel), de Jacqueline Carey
Kushiel’s Legacy (A Herança de Kushiel), de Jacqueline Carey

Embora romantasy pareça um fenômeno recente, a verdade é que a mistura de fantasia com romance e elementos sensuais já aparecia em obras anteriores. Um exemplo é Kushiel’s Legacy, de Jacqueline Carey, que pode ser discutido como “romantasy” ou como fantasia mais tradicional — mas, de qualquer forma, é uma série que marcou leitores pela forma como combina intriga política, construção de mundo e um romance que não fica em segundo plano.

A saga é composta por seis romances, divididos em duas trilogias: a Phèdre Trilogy e a Imriel Trilogy. Além disso, existe uma continuação em forma de outra trilogia, o que faz com que o universo tenha bastante conteúdo para quem gosta de mergulhar de cabeça. O ponto de partida é Kushiel’s Dart, publicado originalmente em 2001.

A história se passa em um mundo inspirado na França medieval. A protagonista é Phèdre no Delaunay, uma espiã e cortesã marcada pelo deus Kushiel, que a “condena” a sentir prazer e dor como parte de sua condição. A partir daí, a narrativa se transforma em uma jornada que mistura romance, identidade e política: Phèdre descobre uma conspiração que coloca em risco seu próprio lar, e a trama passa a girar em torno de escolhas difíceis, alianças e consequências.

O tom é mais adulto e intenso do que o de muitas séries populares do gênero. Por isso, vale um alerta: Kushiel’s Legacy não é uma leitura “leve” — e nem é indicada para quem busca algo voltado ao público infantil ou adolescente. Para leitores que apreciam fantasia com camadas, personagens marcantes e um romance que tem peso dramático, a série costuma ser um achado.

01. The Bridge Kingdom, de Danielle L. Jensen

The Bridge Kingdom, de Danielle L. Jensen
The Bridge Kingdom, de Danielle L. Jensen

Danielle L. Jensen já tem fãs que acompanham suas histórias, mas The Bridge Kingdom ainda tem espaço para ganhar mais reconhecimento entre leitores que estão explorando romantasy. A série tem seis livros até o momento: The Bridge Kingdom, The Traitor King, The Inadequate Heir, The Endless War, The Twisted Throne e The Tempest Blade.

O enredo acompanha Lara, uma princesa guerreira que acredita que o rei Aren, do Reino da Ponte, é seu inimigo. Mais do que isso: ela está convencida de que será a pessoa responsável por derrubá-lo. Só que a história muda de direção quando Lara é enviada ao reino sob a aparência de um acordo de paz.

Ao chegar ao Bridge Kingdom, ela começa a perceber que as coisas não são tão simples quanto pareciam. O ambiente político é complexo, as motivações dos personagens nem sempre são o que parecem e, aos poucos, Lara passa a questionar suas certezas. E, em meio a esse conflito interno e externo, surge um romance que não nasce do nada: ele cresce conforme a protagonista entende melhor o outro lado e precisa lidar com sentimentos que complicam ainda mais a missão.

Quem gosta de romantasy com clima de intriga e disputas de poder costuma comparar a série a Game of Thrones — não no sentido de ser uma adaptação, mas pela sensação de guerra, alianças instáveis e decisões que custam caro. É uma história que combina ação, tensão política e romance com intensidade, o que ajuda a explicar por que tantos leitores ficam presos à saga.

Se você procura uma leitura que una estratégia, perigo e química emocional, The Bridge Kingdom tem tudo para funcionar como porta de entrada para um tipo de romantasy mais “terreno” e dramático.

Agora a pergunta é: qual dessas séries você colocaria na fila primeiro? Comente e compartilhe com outros leitores — porque, no fim, romantasy também é sobre descobrir novas histórias que merecem ser faladas.


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Fonte: ComicBook.com

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