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Ranking dos jogos de The Legend of Zelda no Nintendo Switch: do melhor ao “menos melhor”

Ranking dos jogos de The Legend of Zelda no Nintendo Switch: do melhor ao “menos melhor”
Ranking dos jogos de The Legend of Zelda no Nintendo Switch: do melhor ao “menos melhor”
Índice

O The Legend of Zelda está completando 40 anos e, no Nintendo Switch, a série parece ainda mais forte do que nunca. O console reúne dois lançamentos recentes de peso, remakes muito bem recebidos e uma biblioteca enorme de clássicos via Nintendo Switch Online. Para quem quer entrar na franquia agora (ou revisitar favoritos), reunimos aqui um ranking com os principais jogos de Zelda no Nintendo Switch, indo do melhor ao “menos melhor” — lembrando que, no universo de Hyrule, é raro encontrar algo realmente ruim.

Antes de começar, vale um esclarecimento importante: este ranking considera apenas jogos disponíveis diretamente no Nintendo Switch. Títulos que aparecem no catálogo do Switch Online, como Ocarina of Time e Majora’s Mask, ficam de fora desta lista. Se a sua curiosidade é mais ampla e você quer ver um ranking “geral” da série, há também uma seleção dos top 10 jogos de Zelda de todos os tempos publicada anteriormente.

Jogos spin-off também têm espaço no Switch

Embora a lista foque nos jogos principais, é impossível ignorar que o Switch também abriga uma boa coleção de spin-offs. O destaque fica com a linha de Hyrule Warriors, que aposta em ação frenética e em escala maior, com vários personagens jogáveis e batalhas em massa. No Switch, você encontra Hyrule Warriors: Definitive Edition e Hyrule Warriors: Age of Calamity.

Entre os dois, Definitive Edition costuma ser visto como a opção mais consistente, em parte por apresentar melhor desempenho técnico. Já Age of Calamity enfrenta problemas de queda de desempenho, com relatos de quedas severas de taxa de quadros que não teriam sido corrigidas nem mesmo no Nintendo Switch 2. Ainda assim, para quem gosta do estilo “hack-and-slash” e quer mais personagens e batalhas, o jogo segue como uma porta de entrada válida.

Há ainda Hyrule Warriors: Age of Imprisonment, que é exclusivo do Nintendo Switch 2. Segundo a avaliação do post original, o desempenho melhora em relação a Age of Calamity, mas o jogo tem menos personagens jogáveis e, por ter sido lançado em novembro de 2025 com preço de US$ 70 (aproximadamente R$ 350, em conversão aproximada), acabou ficando menos comentado desde então. Mesmo assim, permanece como uma opção interessante para quem quer continuar expandindo o universo de Zelda fora do formato tradicional.

Por fim, existe Cadence of Hyrule, um crossover musical entre Zelda e Crypt of the NecroDancer. Ele não costuma aparecer com frequência nas conversas mais recentes, mas é uma escolha forte para quem curte jogos de ritmo e quer uma experiência diferente do padrão de aventura.

5. The Legend of Zelda: Skyward Sword HD

Se fosse necessário apontar o “mais fraco” entre os jogos de Zelda no Switch, a escolha recairia em Skyward Sword HD. Não é uma crítica ao nível de qualidade — o jogo continua sendo uma produção caprichada —, mas sim ao fato de ser o título mais polarizador da franquia.

A principal razão está no foco em controles por movimento. Na versão do Switch, há uma alternativa: você pode usar o stick direito para controlar a espada de Link. Ainda assim, a sensação geral tende a ser mais “estranha” ou menos natural do que em outros Zelda 3D, que costumam ter combate e navegação mais fluidos.

O jogo também é descrito como mais limitado em variedade de áreas fora de Skyloft, com apenas três regiões principais visitadas repetidas vezes. Além disso, uma das lutas contra chefes mais incômodas do jogo é reutilizada duas vezes, o que acaba prejudicando a sensação de diversidade.

Para parte do público, isso não impede que a experiência seja muito apreciada. Para outros, porém, o resultado pode soar menos empolgante. Ainda assim, como remake, Skyward Sword HD é considerado um bom ponto de entrada para quem quer jogar Zelda com mais “cara de aventura clássica” — e, para quem decidir dar uma chance, o jogo está disponível na Amazon. Como o Nintendo Switch é region-free, é possível jogar versões de outras regiões sem grandes restrições.

4. The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom

Echoes of Wisdom é o Zelda 2D mais recente e traz uma proposta totalmente nova, criada pelos desenvolvedores do remake de Link’s Awakening. Aqui, você joga com Zelda, e não com Link. O diferencial é o “truque” central: a capacidade de criar cópias de inimigos e objetos encontrados pelo caminho.

Na prática, isso abre espaço para quebra-cabeças mais criativos e para uma estrutura que volta a valorizar masmorras tradicionais. Esse retorno é especialmente relevante porque Breath of the Wild e Tears of the Kingdom haviam deixado as dungeons em segundo plano, substituindo-as por outras formas de progressão.

O problema é que, quanto mais ecos (cópias) você acumula, maior fica a necessidade de navegar por menus longos para escolher a ferramenta certa. O post original também aponta que isso pode levar a um estilo de combate mais passivo: muitas vezes, o jogador acaba correndo e “spamando” ecos para resolver situações, em vez de atacar diretamente com liberdade.

Existe uma transformação em modo “espadachim”, mas ela é breve e depende de um temporizador. Ainda assim, a história é descrita como bem apresentada e, na avaliação do texto, mais bem amarrada do que as narrativas de Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.

Para quem quer experimentar, Echoes of Wisdom está disponível na Amazon e também na Nintendo eShop.

Ranking de Zelda é, inevitavelmente, subjetivo. Ainda assim, Link’s Awakening aparece como a escolha do post original para o melhor jogo de Zelda no Switch “no momento”. O principal ponto negativo citado são quedas de desempenho, que ocorrem na versão do Nintendo Switch base, mas não no Switch 2.

O jogo é um remake completo do original de Game Boy, e o texto destaca o estilo de arte único e a trilha sonora consistente. Além disso, há recursos novos, como um criador de masmorras, mas a recomendação vem principalmente porque a base do jogo é sólida e funciona muito bem.

Outro detalhe que ajuda a diferenciar Link’s Awakening é o cenário: é um dos raros Zelda que acontece fora de Hyrule. Essa mudança de ambiente contribui para que a experiência pareça mais memorável e menos “repetitiva” dentro do universo da franquia.

Se você ainda não jogou, o post indica que o título está disponível para compra no link do site.

2. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom

Tears of the Kingdom costuma ser apontado como o melhor Zelda do Switch por uma razão bem clara: ele leva ao extremo a ideia de liberdade do jogador. O texto descreve o jogo como um “pico” de criatividade, em que puzzles e objetivos podem ser resolvidos de dezenas de maneiras diferentes graças à versatilidade das habilidades de Link.

Entre essas habilidades, Ultrahand e Fuse são citadas como ferramentas extremamente úteis. Elas permitem mover objetos, combiná-los e criar soluções improvisadas. O post dá exemplos: usar um tronco como atalho atravessando um rio, ou combinar armas para aumentar dano.

O jogo mantém a estrutura de mundo aberto vista em Breath of the Wild, mas com diferenças importantes. Além das novas habilidades, Tears of the Kingdom traz masmorras clássicas em vez das estruturas tipo Divine Beasts, além de ilhas no céu e a exploração das profundezas.

Apesar de todo o elogio, há um conselho prático: o post recomenda não jogar Breath of the Wild e em seguida partir imediatamente para Tears of the Kingdom. A justificativa é simples: ambos são aventuras longas, com mais de 100 horas cada, e se passam no mesmo mundo. Fazer uma pausa pode ajudar a manter o impacto e evitar saturação.

O jogo está disponível para compra e também existe uma edição para Nintendo Switch 2, prometendo melhor taxa de quadros e resolução.

1. The Legend of Zelda: Breath of the Wild

O primeiro lugar do ranking fica com Breath of the Wild. A explicação do post é direta: mesmo que Tears of the Kingdom seja tecnicamente mais impressionante, Breath of the Wild ganhou a vantagem do fator surpresa e do sentimento de descoberta que o segundo, segundo a avaliação, não conseguiu replicar com a mesma força.

O texto relembra o impacto do hype antes do lançamento e a recepção extremamente positiva no início. Para muitos, o jogo representa uma das maiores evoluções da franquia. E há um detalhe estratégico: Tears of the Kingdom acontece no mesmo mundo, então parte da empolgação de explorar um território gigantesco já estava “despertada” pelo primeiro título.

Em outras palavras, Breath of the Wild fez isso primeiro. E, para quem nunca jogou Zelda, ele funciona como uma porta de entrada natural para entender por que a série é tão influente. O post também reforça que o jogo está disponível na Amazon e que há uma versão para Nintendo Switch 2.

Agora fica a pergunta: como você colocaria os jogos de Zelda disponíveis no Switch no seu próprio ranking? A seção de comentários é o lugar ideal para comparar preferências e discutir o que cada título faz melhor.

 


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Fonte: nintendoeverything

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