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Rachel Zegler exige que episódio de South Park seja banido após humilhação na TV

Rachel Zegler exige que episódio de South Park seja banido após humilhação na TV
Rachel Zegler exige que episódio de South Park seja banido após humilhação na TV
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A polêmica em torno do remake de Branca de Neve da Disney atingiu um novo patamar. A atriz Rachel Zegler, estrela do filme, agora enfrenta uma nova onda de críticas e constrangimentos após ser parodiada em um episódio recente de South Park. Segundo fontes, Zegler teria até solicitado que o episódio fosse retirado do ar.

South Park satiriza Branca de Neve

Em seu mais recente episódio, South Park não poupou Rachel Zegler nem a Disney. A animação abordou de forma cômica e ácida o fracasso do remake de Branca de Neve, reimaginado com uma protagonista “empoderada” e livre de qualquer romance com príncipes.

O episódio, intitulado de forma irônica como Woke White: The Reinvention, criticou:

  • A substituição de personagens clássicos por versões mais “diversas”.
  • A remoção de elementos centrais da história, como o romance.
  • A postura pública de Zegler em entrevistas e redes sociais.

A resposta de Rachel Zegler

Fontes próximas à atriz revelaram que Rachel Zegler ficou furiosa com a paródia. Segundo informações, ela:

  • Classificou o episódio como “difamatório, direcionado e humilhante”.
  • Teria pressionado a Comedy Central para banir o episódio.
  • Não achou graça na brincadeira, ao contrário do tom de leveza com que a situação foi tratada pelos criadores da série.

Ainda segundo rumores, Zegler estaria emocionalmente abalada com a situação, que teria contribuído para uma piora em sua imagem pública.

Rachel Zegler, a princesa que ninguém pediu, enfrenta a dura realidade de sua própria fantasia woke desmoronando.

Parece que viveram felizes para sempre… não, espera, parece que não viveram! Rachel Zegler, a nova queridinha da Disney que ninguém conhecia antes de falar demais, está tendo uma crise existencial depois que South Park ousou satirizar sua versão “moderna” e sem príncipe encantado da Branca de Neve. Quem diria que substituir sete anões icônicos por criaturas mágicas de CGI e mandar o príncipe pastar resultaria num fracasso? Quase todo mundo, menos os executivos iluminados da Disney.

O episódio épico de South Park não poupou esforços: Carmen virou uma mulher negra, Snow White se transformou em “Woke White” e Kathleen Kennedy ficou caricaturizada como a gênia por trás do desastre inclusivo. O resultado? A audiência caiu na gargalhada enquanto Zegler provavelmente pesquisava “Como processar um desenho animado por bullying emocional”.

Para piorar, até os Simpsons (parte da Disney, ironicamente) entraram na brincadeira com uma sátira que esfregou ainda mais sal na ferida aberta pela arrogância e militância excessiva da atriz. Disney agora provavelmente gostaria que pudesse também cancelar Os Simpsons, mas isso seria quase tão absurdo quanto achar que o príncipe da Branca de Neve é “um perseguidor”.

Como se não bastasse, Jack Black supostamente entrou na história, sugerindo que o problema não foi só a militância, mas a atuação tão artificial quanto as criaturas CGI do filme. Nada como um pouco de crítica construtiva do homem que dominou as bilheterias como um panda animado para te mandar direto para a terapia.

Rachel Zegler está aprendendo da forma mais dura que brincar com clássicos amados para lacrar nas redes sociais não é exatamente a fórmula para o sucesso. Quem diria que chamar metade do país de “indesejados” não atrairia multidões ao cinema? Provavelmente qualquer pessoa com mais de três neurônios funcionais.

Enquanto isso, os executivos da Disney estão ocupados demais tentando tapar o buraco financeiro deixado pelo desastre cinematográfico e planejando discretamente como transformar este fiasco em outro reboot, talvez agora com um príncipe bem tradicional e sete anões reais pedindo emprego no LinkedIn.

Parabéns Rachel Zegler, você conseguiu tornar-se um símbolo de tudo que há de errado com a “nova Disney”: discursos bonitos sobre diversidade, inclusão e equidade, mas uma completa desconexão com a realidade (e o público pagante). Talvez no próximo filme, você seja mais bem-sucedida interpretando alguém mais modesto—tipo uma personagem muda.


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Fonte:Hollywood Confidential

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