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5 Animes Tão Ruins Que Quase Afundaram Os Estúdios: Quando Grandes Estúdios Erraram Feio

5 Animes Tão Ruins Que Quase Afundaram Os Estúdios: Quando Grandes Estúdios Erraram Feio
5 Animes Tão Ruins Que Quase Afundaram Os Estúdios: Quando Grandes Estúdios Erraram Feio
Índice

Nem todo anime ajuda o estúdio que o produz. Alguns se tornam verdadeiros desastres e deixam marcas difíceis de apagar. Enquanto sucessos como Demon Slayer impulsionaram a Ufotable ao estrelato e Dandadan deu à Science Saru reconhecimento internacional, outras produções fizeram o oposto — mancharam a imagem de seus criadores. Estes cinco casos são exemplos de como um erro de produção pode arruinar anos de credibilidade.

Berserk (2016): o golpe que abalou a Millepensee e a GEMBA

Berserk (2016): o golpe que abalou a Millepensee e a GEMBA
Berserk (2016): o golpe que abalou a Millepensee e a GEMBA

O mangá Berserk, de Kentaro Miura, é considerado um marco do dark fantasy. Nenhuma adaptação conseguiu reproduzir sua arte detalhada e sombria, mas o remake de 2016 foi além do fracasso. Produzido pelos estúdios Millepensee e GEMBA, o anime se tornou sinônimo de tudo que os fãs temem: animação travada, modelagem 3D grotesca e direção confusa.

Enquanto o clássico de 1997 ainda é lembrado com respeito, o de 2016 virou meme e símbolo de descuido técnico. O desastre foi tão grande que o público passou a evitar qualquer novo projeto desses estúdios, temendo repetir a experiência. O caso Berserk 2016 virou referência negativa quando se fala em “como não adaptar um mangá lendário”.

The Seven Deadly Sins: queda livre da Studio Deen

The Seven Deadly Sins: queda livre da Studio Deen
The Seven Deadly Sins: queda livre da Studio Deen

The Seven Deadly Sins começou bem, mas logo despencou em qualidade. O anime adaptava um mangá popular com potencial de ser um novo fenômeno shonen. No entanto, após as trocas de estúdios e a chegada da Studio Deen, a série entrou em colapso técnico.

Fãs apelidaram a obra de “The Seven Deadly Frames” por conta das animações tremidas, cortes visíveis e lutas desajeitadas. Para um título que competia com Attack on Titan e Jujutsu Kaisen, a queda foi dura. A reputação da Studio Deen sobreviveu apenas graças a Konosuba, mas a mancha deixada por The Seven Deadly Sins permanece até hoje como um alerta: nem toda franquia de sucesso se mantém de pé sem cuidado visual.

Boruto: o legado que Studio Pierrot não soube sustentar

Boruto: o legado que Studio Pierrot não soube sustentar
Boruto: o legado que Studio Pierrot não soube sustentar

Boruto: Naruto Next Generations nasceu com o peso de suceder um dos maiores fenômenos da história do anime. A Studio Pierrot, responsável também por Bleach, tinha tudo para repetir o sucesso — mas o resultado decepcionou.

Apesar de herdar o universo rico de Naruto, Boruto falhou em ritmo, consistência e originalidade. O excesso de fillers e a falta de direção tornaram a série cansativa. Enquanto o mangá ainda mantém interesse, o anime é visto por muitos como um derivado sem alma. Pierrot resgatou parte da credibilidade com Bleach: Thousand-Year Blood War, mas o estigma de Boruto como “a continuação que ninguém pediu” persiste.

One-Punch Man: o soco que atingiu a J.C. Staff

One-Punch Man: o soco que atingiu a J.C. Staff
One-Punch Man: o soco que atingiu a J.C. Staff

O primeiro episódio de One-Punch Man foi um evento. Com animação impecável e direção energética, a adaptação parecia imbatível. Mas quando a J.C. Staff assumiu o comando na segunda temporada, tudo desandou.

Cortes mal sincronizados, falta de impacto nas lutas e inconsistência visual transformaram uma das séries mais promissoras em decepção. A troca de estúdio foi fatal para a recepção. Hoje, o público prefere revisitar o mangá ilustrado por Yusuke Murata, onde a essência de Saitama — o herói entediado que derrota tudo com um soco — permanece intacta.

The Promised Neverland: a ruína da CloverWorks na 2ª temporada

Emma oferece a mão a Peter em The Promised Neverland.
The Promised Neverland: a ruína da CloverWorks na 2ª temporada

A primeira temporada de The Promised Neverland foi um fenômeno. Mistério, tensão e direção cuidadosa tornaram o anime um dos melhores de 2019. Mas a segunda temporada foi o oposto.

CloverWorks condensou arcos inteiros, cortou personagens e transformou uma trama complexa em um resumo apressado. O resultado foi devastador: fãs revoltados e críticas generalizadas. O estúdio ainda tenta se reerguer com títulos como Spy x Family e Bocchi the Rock!, mas The Promised Neverland 2 se tornou símbolo de como um erro de roteiro e cronograma pode derrubar uma reputação inteira.

Conclusão: quando a pressa destrói o prestígio

Esses cinco casos mostram que nem o melhor material de origem salva uma produção mal gerida. Cronogramas apertados, cortes orçamentários e decisões equivocadas custaram caro a estúdios respeitados. No fim, o público é implacável: um único fiasco pode ecoar por anos.


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